Fique por dentro das estatísticas sobre Criminalidade Rural no Brasil
- Mamuths Soluções

- 4 de nov. de 2025
- 3 min de leitura

A segurança no meio rural é um desafio crescente no Brasil, com dinâmicas próprias bem distintas das áreas urbanas. Para proprietários de fazendas, ranchos, sítios, condomínios em zonas rurais e para empresas que operam em regiões agrícolas, entender essas estatísticas não é apenas teoria — é base para investir corretamente em prevenção, vigilância e suporte patrimonial.
Principais dados e tendências
Aumento da criminalidade violenta intencional em zonas rurais: Um estudo apontou que, a taxa de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) em áreas rurais alcançou cerca de 14,9 mortes por 100 mil habitantes, superando a taxa observada nas zonas urbanas (12,3 mortes por 100 mil) naquele ano. https://periodicos.unemat.br/index.php/rbedrpp/article/download/12134/8388?utm_source=chatgpt.com O estudo também informa que houve um crescimento de aproximadamente 11,4% em CVLI de 2021 para 2022 em zonas rurais. Periódicos UNEMAT+2Periódicos UNEMAT+2
e que o crescimento é contínuo com o passar dos anos.
Interiorização do crime e vulnerabilidade nas zonas rurais:
Em análise de homicídios por arma de fogo entre 2002-2020, ou seja 18 anos nesse estudo, foi encontrado que municípios predominantemente rurais sofrem com efeitos de seca extrema ou escassez de água — o que agrava as taxas de homicídio nessas localidades. anpec.org.br
Isso revela que o meio rural está passando por um processo de interiorização da violência: o crime deixa de ser exclusivo das grandes cidades e ganha terreno nas regiões menos povoadas e mais isoladas. Periódicos UNEMAT+1
Falta de dados sistemáticos, mas sinais claros de crescimento:
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) mantém o “Observatório da Criminalidade no Campo”, que monitora o crescimento da criminalidade no meio rural, em especial furtos, roubos à mão armada e invasões em propriedades rurais. CNA+1
Em seu relatório a apontou que, embora a criminalidade urbana ganhe mais visibilidade, os crimes em áreas rurais têm crescido e exigem atenção específica. CNA
Modalidades de crime mais comuns no meio rural: Alguns dos crimes mais recorrentes em áreas rurais incluem:
Homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte. Periódicos UNEMAT+1
Furto e roubo de maquinário pesado, tratores, implementos agrícolas. (Menos frequentemente com estatísticas nacionais públicas recentes, mas relatado como tendência pela CNA) CNA+1
Crimes ambientais ou de posse de terra que impactam diretamente fazendas e propriedades agrícolas. Wikipédia+1
Causas e fatores de risco específicos para o meio rural: Entre os fatores que agravam a criminalidade no meio rural estão:
A baixa densidade populacional, que dificulta o policiamento e o monitoramento. Periódicos UNEMAT+1
A escassez de infraestrutura de segurança (menos câmeras, menos viaturas, maior isolamento).
Fatores climáticos e econômicos: por exemplo, períodos de seca ou escassez de água correlacionados com taxas maiores de homicídio nas zonas rurais. anpec.org.br
Disputas por recursos naturais, terras ou fazendas — temas que surgem especialmente nas regiões de agronegócio em expansão ou fronteiras agrícolas. ojs.revistacontribuciones.com+1
Por que isso importa para empresas como a Pacto Patrimonial?
Para quem atua no agronegócio ou possui propriedades rurais, os dados mostram que não se trata apenas de furtos menores, mas de violência letal, invasões e crimes que podem travar uma produção inteira ou gerar prejuízos enormes.
A estatística de 14,9 mortes por 100 mil em áreas rurais dados de 2022 pra cá é uma crescente e um alerta claro: o ambiente rural está vulnerável.
A crescente interiorização do crime reforça que os tradicionais conceitos de “segurança urbana vs. rural” não se aplicam mais como antes — as propriedades rurais hoje são focos ativos para a criminalidade organizada ou adaptada.
Então, para a Pacto Patrimonial, oferecer soluções como monitoramento 24h, rondas motorizadas, vistorias perimetrais e planos de ação para fazendas e imóveis agrícolas não é “luxo” — é essencial e estratégico.







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